A primeira revolução industrial foi a das máquinas de tear e a vapor. A segunda a da eletricidade. Já em 1980, houve a entrada da tecnologia e dos computadores em massa.Agora, na quarta revolução, teremos a união da Inteligência Artificial de robôs e humanoides com seres humanos, bem como a interface homem-máquina, que exigirá muito mais do que conhecimentos técnicos; será necessária uma sensibilidade a toda prova sobre esta nova realidade.

Estamos, pois, vivendo, mais do que nunca, a união entre os mundos: físico, digital e biológico.

O papel das empresas nesta nova realidade

Para bem desempenhar seu papel, dentro desta nova realidade, a seu turno, as empresas que não reagirem imediatamente aos novos anseios e estímulos de seus dois públicos (interno e externo), perderão seus servidores, seus clientes/consumidores e fornecedores para outras organizações mais ágeis, as quais estarão capacitadas para atender, prontamente, aos anseios de uma sociedade cada vez mais atuante e colaborativa.

A expectativa é que daqui a oito anos (em 2025) 85% das empresas, em todo o mundo, serão adeptas dos serviços na nuvem, em uma espécie de nova rota da seda dos tempos modernos, (como está sendo chamada pelos empresários chineses do ramo das telecomunicações); e, destas, 89% irão adotar soluções baseadas em Inteligência Artificial.

É preciso, portanto, liderar este processo já que crescer ou não crescer pode até ser uma opção de alguns segmentos da economia, mas a opção de não aderir à Revolução Digital, simplesmente não existe para a maioria das empresas (vide os exemplos edificantes das marcas Blockbuster e Netflix).

Sem engajamento não se muda para o digital

Todavia, não basta apenas mudar. A transformação precisa ser organizacional, cultural e envolver todos os atores de determinado sistema.

Nos sistemas analógicos você podia errar pelo tempo necessário, até um dia “acertar a mão”. Hoje, porém, na operação do digital tudo é para ser feito e ser apresentado ontem mesmo.

A máxima “time is Money” é da sabedoria popular. Não se compreende mais, por exemplo, que um alto executivo de RH de uma multinacional, ou mesmo de qualquer outra empresa de porte médio para grande, perca seu tempo garimpando em uma verdadeira pesquisa arqueológica, um determinado curriculum vitae, dentre milhares recebidos para o preenchimento de uma única vaga na empresa.

Hoje, com base na Inteligência Artificial, graças, dentre outros, ao sistema BE WORK HAPPY, você consegue, mediante o auxílio de algoritmos, que vá para a mesa do dirigente empresarial de RH apenas dois ou três C.V.; todavia, criteriosamente, pré-selecionados em atenção às precisas necessidades e qualificações para determinado cargo ou função, e isto em qualquer dos idiomas falados, atualmente, inclusive o mandarim.

A Revolução do Whatsapp

1,3 Bilhão de pessoas no mundo usam o serviço de Whatsapp para trocar mensagens instantâneas de texto e de voz, além de compartilhar fotos, vídeos pelo seu smartphone.

Só que, agora, o Whatsapp está pretendendo mais. Ele quer usar toda essa popularidade para expandir sua presença entre um público que, aliás, já usa esse serviço, mas de modo tímido, informal, e restrito junto à determinadas empresas. Embora estando ainda em fase de testes, a expansão do Whatsapp para as empresas de um modo geral está sendo chamado, por enquanto, de Whatsapp Business for Small Business and Enterprase Solution; em uma nomenclatura, convenhamos, nada comercial.

Embora, ainda, com este nome um tanto esdrúxulo, a verdade é que, segundo pesquisas junto aos consumidores, as pessoas querem falar com as empresas, usando o Whatsapp, como falam entre si, quando têm perguntas ou precisam de alguma informação.

Nada impede, então, inclusive que esta informação seja concernente à situação, por exemplo, de seu débito e em que condições mais favoráveis, financeira ou mesmo juridicamente, poderá a pessoa física liquidá-lo.

A migração digital é uma tendência crescente e irreversível, inclusive nos estabelecimentos bancários, tanto que os gerentes das respectivas agências passarão a ler as mensagens de Whatsapp na tela de seus computadores pessoais; o que hoje, aliás, já é perfeitamente possível.

O Whatsapp tem todo o interesse desse novo serviço, pois esta será mais uma tentativa de remuneração eficaz de seus preciosos serviços.

Auto negociação de dívidas

Dentro de toda linha de pensamento desenvolvida neste breve ensaio, no sentido de que a opção pelo digital seja inexorável no atendimento das necessidades dos consumidores, determinada empresa brasileira prevalecendo-se na Inteligência Artificial, através da utilização de robôs está proporcionando aos clientes de seus clientes um acesso dinâmico e automático quanto ao conhecimento do valor de seu débito, podendo negociar condições de pagamento, e até receber seu boleto respectivo, sem a intervenção humana.

Principais vantagens da auto negociação de dívidas

    – Auto negociação e emissão de boletos online, pelo celular;
    – Disponível para Whatsapp, Messenger e Telegram;
    – Otimização da quantidade de atendimentos;;
    – O cliente se comunica quando quiser, da forma mais conveniente;
    – Atendimento online, 24/7, sem espera;
    – Tempo de negociação reduzido;
    – Ambiente seguro com autenticação por CPF.

Premidos pelas circunstâncias e pelo inexorável avanço da tecnologia, deveremos nos lançar, sim, nos braços da Inteligência Artificial, levando nossas empresas para a senda da inovação, sem jamais, porém, esquecer que, ao final, haverá sempre um ser humano no centro de tudo.

 

Prof. Luiz Felizardo Barroso

Presidente da COBRART GESTÃO DE ATIVOS

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